NÃO HÁ DÚVIDA?!
Rachar Lenha sem Mostrar o Machado...
13 Julho 2007
29 Maio 2007
Jamais?
E quando todos eventualmente pensariam que já se tinha batido no fundo... eis que surgem novos desenvolvimentos.
A qualidade dos argumentos é bem representativa de todo um espírito democrático, bem enraízado, diga-se...
Não há Dúvida?!
24 Maio 2007
Jamais*
Uma das características que mais me fascina no actual Governo é a de ter Ministros com - entre outros dotes, o verdadeiro dom da palavra.
Numa qualquer comezaina onde, para não variar, se aproveita a presença de um membro do Governo para vender a imagem de progresso e sucesso, o País foi presenteado com mais uma pérola de alto quilate.
Sua Ex.ª, o Sr. Ministro das Obras Públicas, no afã de justificar o Aeroporto da Ota, decidiu zurzir nas limitações da margem sul. Vai daí, lembrou-se de ser acutilante e manifestar o porquê de se optar pela Ota e não por outra localização. A margem sul, disse, resultaria numa obra "faraónica" visto ser um deserto sem população, com falta de Hospitais, Escolas, Maternidades, Comércio, Hotéis e demais "infra-estruturas" vitais ao enquadramento de tão importante e sábio empreendimento. Para um Ministro, diga-se, não está nada mal.
A questão que se me levantou foi: não compete aos governantes dotar as regiões das ditas "infra-estruturas" como Hospitais, Maternidades, Escolas por forma a que as populações tenham os mais elementares serviços públicos disponíveis?
Mas não é tudo. Os Autarcas da Região - porque quem não sente não é filho de boa gente, não demoraram a responder "à letra" ao inefável Ministro. Ora toma lá, pensei eu...
Mas ainda não é tudo. Quando, pensava eu, o caldo já estaria definitivamente entornado, um douto e sábio ancião do PS decidiu acalmar as "hostes" com portentosas declarações. Ouvi bem? Dinamitar?
Desliguei a televisão e pensei: ESTAMOS ENTREGUES À BICHARADA! Fosga-se....
Não há Dúvida?!
* - Com pronúncia de França...
17 Maio 2007
Serão muitos mais...
Por agora são "só" estes.
No final desta legislatura, serão bastantes mais, acreditem...
Não há Dúvida?!
16 Maio 2007
Celebremos, Irmãos!
Caros Concidadãos,
Amanhã devemos todos celebrar. Aproveitem para festejar, sem excessos, que isto não está para brincadeiras...
Quanto ao resto, cá vamos estando atentos.
Não há Dúvida?!
P.S. - Após uma ausência mais prolongada do que o previsto, eis-me de regresso aquela que foi sempre a minha "casa".
19 Abril 2007
12 Abril 2007
Ontem e Hoje
Tudo indica que José Sócrates conseguiu o que queria. Dissipar as dúvidas, pelo menos as maiores, sobre a sua pessoa de forma a que a reacção a este assunto, pelo comum dos mortais que segue com gosto as telenovelas, seja de enjoo e ausência de ponta de interesse. Aliás, aqueles que teimarem em esticar a novela com mais episódios correm o risco de se tornar ridículos aos olhos da opinião pública. Com dúvidas, mas sem provas, não há sangue.
Sócrates sacudiu com mestria a água do capote, passando o ónus das trapalhadas para cima da UnI.
Mostrou documentos, comprovou o pagamento das propinas, fez o choradinho do aluno esforçado-cumpridor-estudante pós-laboral, impressionou com as 55 cadeiras feitas ao longo da licenciatura (bolas, está aqui, está mestre…), explicou que não cabe ao aluno decidir sobre as equivalências, nem escolher os seus professores e que era um “humilde deputado” na altura em que entrou para a Independente e explicou que o tratamento “Seu José Sócrates” vem da cultura anglo-saxónica. Termina com uma jogada emocional, citando Sousa Franco, “quem teme tempestades, acaba a rastejar” para mostrar que nada disto o abalou nem ao governo, e entrar na segunda parte da entrevista como que a rematar com um “Vamos ao que realmente interessa ao País”.
Não há dúvida?!
10 Abril 2007
Amanhã
Para a maioria, amanhã saber-se-á se Sócrates é um bom ou um mau aldrabão.
Uma vez lançadas as dúvidas e colocados os mistérios sobre o título e o modo como conseguiu o título, Sócrates terá para sempre atarrachada a si a mácula de ser um "mentiroso". Seja ou não verdade. Tenha culpa ou não.
Não há dúvida?!
P.S- Nesta polémica o que eu gosto mesmo é de ouvir este país de anel de curso no dedo e dos pindéricos dr em tudo o que é documento, dizer que o título não significa nada.
27 Março 2007
Um concurso é um concurso é um concurso

Um mero concurso -onde nem sequer se verifica a condição “uma pessoa, um voto” – não permite tirar grandes ilações sociológicas do tipo "a extrema-direita já enche um estádio e a militância no PCP já não é o que era". Ainda assim o resultado de um concurso pode ser triste e causar vergonha? Pode.
O epíteto de Grande Português atribuído a Salazar, mesmo que numa brincadeira a dar ares de coisa séria, arrepia-me. Tal como a palavra democracia arrepiava Salazar.
Paciência… foi isso que ditaram os cerca de 80 000 votos em 200 000 num universo de, pelo menos, 12 milhões de assinantes de telemóveis, sem contar com os números de utilizadores de rede fixa e de Internet.
Conclusão: o concurso da RTP não teve grande sucesso.
Não há dúvida?!
O epíteto de Grande Português atribuído a Salazar, mesmo que numa brincadeira a dar ares de coisa séria, arrepia-me. Tal como a palavra democracia arrepiava Salazar.
Paciência… foi isso que ditaram os cerca de 80 000 votos em 200 000 num universo de, pelo menos, 12 milhões de assinantes de telemóveis, sem contar com os números de utilizadores de rede fixa e de Internet.
Conclusão: o concurso da RTP não teve grande sucesso.
Não há dúvida?!



