Ter ou Não Ter Filhos: É só uma questão de sensibilidade...
"O nosso grupo parlamentar é muito sensível a esse tema. Um grupo tão pequeno, apenas 12 deputados, teve três filhos no último mês. Não só pregamos com o somos os primeiros a dar o exemplo", sublinhou Pires de Lima.
Pois, e assim matam dois coelhos de uma cajadada só: fazem a contribuição para a pátria e... para o CDS.
Daqui a 18 anos talvez ultrapassem a barreira dos 8%...
A vida para eles está boa.
Não há dúvida?!
12 Comments:
voltei...
já consigo comentar (novamente)aqui!
Pois é! Mas para ter filhos é preciso ter condições... Será que as famílias portuguesas são devidamente apoiadas?
Dizem as más línguas que há quem não os possa ter - será a "Catherine Deneuve"?
Dizem línguas ainda piores que se deixa de ser líder por se lidar mal com as questões reprodutivas, nomeadamente com a questão do buraco da agulha;
Línguas completamente podres fazem insinuações deste género.
São, em politicamente correcto, as línguas menos boas.
Hoje deu-me para isto...
Mas duvido que o CDS vá longe: era mau demais os filhos sairem todos aos pais. Com estes dirigentes rapidamente vai voltar ao partido do táxi e manter a gloriosa ascendência até ao partido do Smart 2lugares.
«Pois é! Mas para ter filhos é preciso ter condições... Será que as famílias portuguesas são devidamente apoiadas?»
Aí é que está!
As famílias noutros tempos eram mais numerosas, precisamente, porque o Estado ajudava os pais... criou a «mocidade» para as crianças estarem entretidas e quando cresciam proporcionava-lhes viagens para uns safaris em África e para uns jogos de «paint-ball» no mato... lá iam cantando e rindo.
Tenho um texto que era capaz de ajudar. Procura uma imagem de um bebé numa banheira com uma torradeira na mão! :D
Ter ou Não Ter Filhos: É só uma questão de amor e opção de vida !
De concretização de projectos, de realização e preenchimento pessoal, de felicidade, de genuina e desinteressada permutação de afectos, de tanta e tanta coisa....
com ou sem a ajuda do estado.
Caro Pedro,
Como é óbvio, antigamente as famílias eram mais numerosas. Não preciso dizer-lhe algumas das causas, pois certamente conhece-las-á! Quando faço tal afirmação, penso nas condições dos deputados que as fazem e nas condições de muitas famílias portuguesas. Eu não quero ter filhos para mão de obra. Eu não quero ter filhos para serem outros a vê-los crescer e a apoiá-los, enquanto me dão a oportunidade de ir três anos leccionar, para a Quinta do Bill. Eu não quero ter filhos para, mais tarde, depois de andarem a descontar para pagarem reformas milionárias (isto se houver mercado de trabalho), não virem a ter direito à sua.
Quando falo de apoio à família, não o faço em termos meramente monetários.
PS - Nomeadamente no privado, sabe o que acontece a uma senhora que, durante uma entrevista de emprego, diga que pretende consituir família?!
Caro Psac
Não interpretes as afirmações que fiz como, algo, pessoal.
Julgo é que não se pode dizer que os deputados em particular e os políticos em geral são uma cambada de preguiçosos, de corruptos e tal e depois virmos exigir mais estado.
Na minha opinião quanto menor e mais eficaz for o estado, melhor.
O grande problema passa pela gestão dos pobres (não me ocorreu nenhum termo melhor) e dos ricos (também, não) e pela sobre carga que essa deficiente gestão provoca na classe média a que ambos pertencemos.
A segurança social só terá sustentabilidade quando se acabarem com alguns privilégios e, fundamentalmente, quando os ricos começarem a pagar impostos de acordo com os verdadeiros rendimentos.
Se me disseres que aquilo que pagas pelo infantário é um exagero eu concordo, terá que ser o estado a resolver? talvez...mas, poderão existir outras soluções como por exemplo cooperativas de educação (é a minha costela de esquerda a falar), pais que se organizem em regime de trabalho voluntário...
Ou seja se nós não confiamos no estado nem nos políticos, porquê esperar que sejam eles a resolver os nossos problemas?
Um abraço, amigo.
"Ou seja se nós não confiamos no estado nem nos políticos, porquê esperar que sejam eles a resolver os nossos problemas?"
Esta é que é a grande questão! E deixo aqui outra...
"Se não confiamos no estado nem nos políticos (como se pode constatar pelos elevados números de abstenção, votos brancos ou nulos, conversas de café, blogues, etc...), que recebem e têm benefícios inacreditáveis (agora, até pretendem um tribunal independente), estamos à espera de quê? Por que motivo tanta acomodação?
PS - a propósito, tema dos jornais de hoje: "Reformas milionárias duplicaram no último ano"
- Será que os que a recebem descontaram, durante os vários anos de actividade, o suficiente para usufruir das mesmas?... Por que razão podem aceder a essa reforma muito mais cedo que o cidadão comum (com a agravante de estarem a receber a mesma durante bastante mais tempo, para não falar nas acumulações em instituições públicas, enfim...)
Ando á procura dum e-mail que recebi e é, a ser verdade, revelador de regalias exclusivas dos nossos políticos, por um lado, e das causas de insustentabilidade da Seg social, por outro.
Terei todo o gosto em partilhá-lo aqui assim que o encontre.
Cara asna,
Tem matéria para um bom post.
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